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Pensamento positivo não muda a vida: atitude muda
Costumamos ouvir que é preciso “pensar positivo” para que as coisas deem certo. Como se existisse uma mente separada do corpo, capaz de criar a realidade apenas pela força dos pensamentos. Quando analisamos o comportamento humano em sua relação com o ambiente, essa explicação apresenta um problema: ela transforma pensamentos em causas independentes do próprio comportamento. A ciência comportamental não considera a existência de uma mente como entidade separada que comanda no
Tatiana Berta Psicóloga
23 de jun.2 min de leitura


Você não precisa de vontade para começar
Existe uma ideia bastante difundida de que a motivação vem de dentro e que, para agir, primeiro precisamos senti-la. Sob a ótica da Análise do Comportamento, essa compreensão merece alguns cuidados. Dizer que algo está “dentro” de nós não significa que sua origem esteja dentro de nós. Quando falamos em motivação, frequentemente nos referimos a sensações, pensamentos e estados corporais que acompanham nossas ações. Esses eventos são reais e importantes, mas não costumam ser c
Tatiana Berta Psicóloga
23 de jun.2 min de leitura


Como desenvolver autoestima?
A autoestima não é algo que simplesmente possuímos ou deixamos de possuir. Ela é construída ao longo da vida, a partir das experiências que temos conosco, com as outras pessoas e com o mundo. Sentimentos como confiança, insegurança, orgulho ou vergonha não aparecem por acaso. Eles são construídos a partir das experiências que vivemos e da forma como aprendemos a nos relacionar com nós mesmos, com os outros e com o mundo. Por isso, é importante ampliarmos nosso contato com amb
Tatiana Berta Psicóloga
17 de jun.1 min de leitura


Por que "não tenho" autoestima?
Quando nossas atitudes são frequentemente criticadas, desvalorizadas ou recebidas com humilhação, podemos começar a desenvolver uma visão distorcida de nós mesmos. Aos poucos, passamos a acreditar que não somos capazes, interessantes ou merecedores de consideração, ainda que essas conclusões nem sempre correspondam à realidade.
Tatiana Berta Psicóloga
17 de jun.1 min de leitura


O que nossas reações, enquanto adultos, ensina às crianças?
Gentileza, respeito e empatia são aprendidos nas relações. E os adultos que cuidam e convivem com a criança ocupam um lugar privilegiado nesse aprendizado, servindo como modelos das formas de agir que desejam transmitir. Afinal, nossas atitudes, reações e maneiras de nos relacionar ensinam tanto quanto (e muitas vezes mais do que) aquilo que dizemos.
Tatiana Berta Psicóloga
17 de jun.1 min de leitura


Não gosta de atender ligação telefônica?
Existe uma ideia bastante comum de que falar ao telefone é uma forma mais próxima, calorosa e espontânea de se comunicar. Para muitas pessoas, isso é verdade. Mas para outras, uma ligação pode ser cansativa, desconfortável ou até gerar ansiedade. E isso não significa necessariamente falta de afeto, desinteresse ou frieza.
Tatiana Berta Psicóloga
10 de jun.2 min de leitura


O que a preferência por "enviar mensagens de texto" fala sobre você?
Muitas vezes interpretamos a preferência por mensagens de texto como falta de disponibilidade ou interesse. Mas existe outro aspecto importante nessa questão: a forma como o cérebro processa diferentes modalidades de comunicação.
Tatiana Berta Psicóloga
5 de jun.2 min de leitura


Seu corpo denuncia seu sofrimento
Nem todo sofrimento chega de forma evidente. Muitas vezes, ele não aparece como tristeza intensa, crises de choro ou um pedido claro de ajuda, que até pra quem está sofrendo fica difícil validar.
Tatiana Berta Psicóloga
28 de mai.2 min de leitura


Puerpério: quando a maternidade real encontra a mulher real
Existe uma imagem muito romantizada da maternidade. A ideia de que, após o nascimento de um filho, a mulher naturalmente mergulhará em um estado contínuo de plenitude, amor e realização. Mas a experiência emocional do puerpério costuma ser muito mais complexa do que aquilo que socialmente se espera.
Tatiana Berta Psicóloga
28 de mai.2 min de leitura


O que ajuda na autorregulação?
O organismo de quem está sobrecarregado emocionalmente prioriza receber atenção e não o diálogo (dialogar é um processo que exige investimento de energia). Por isso, acolhimento e regulação vêm antes de orientação, bronca ou tentativa de proteção.
Tatiana Berta Psicóloga
27 de mai.1 min de leitura


O impacto das conversas de corredor
A forma como nos colocamos no mundo (incluindo nossa noção de consequências) está relacionada as nossas histórias, seja por meio do exemplo de pessoas próximas ou pelo que recebemos, ao fazermos algo.
Quando falamos da vida alheia, por exemplo, há um “ouvinte” que “alimenta” a ação do “falante”.
Tatiana Berta Psicóloga
27 de mai.1 min de leitura


Comunicação assertiva no relacionamento
Você já teve a sensação de não ser ouvido ou o que é pior: ter a impressão de que meu familiar prefere ouvir a um desconhecido, que disse o mesmo? A abertura para uma escuta compreensiva não se dá simplesmente a partir do “querer” estar aberto. Se fosse simples assim, conseguiríamos operacionalizar todos os nossos desejos e expectativas de forma fácil e imediata e, por mais que se aplique “pensamento positivo” não é assim que ocorre.
Tatiana Berta Psicóloga
21 de mai.2 min de leitura


Os impactos de um evento traumático
Quando sofremos um evento traumático, ou seja: um acontecimento de grande impacto sobre nossa segurança como sermos submetidos à vivência de um acidente, violência, perda ou qualquer grande sofrimento físico ou emocional, ficamos com esse registro em nossa memória, ao longo de nossas vidas. Ao sermos expostos à situações que nos colocam em risco, informações emocionais vão para um sistema cerebral que processa e analisa todo o ambiente, generalizando e criando memórias. O me
Tatiana Berta Psicóloga
21 de mai.2 min de leitura


Descubra como está seu nível de autocrítica
Chega a ser contraditório identificar que a forma como lidamos com o próprio sofrimento geralmente é acompanhada de aumento de sofrimento pela vivência negativa da experiência. Posturas de não aceitação e de busca por melhora imediata geralmente se instalam em pessoas com padrão de muita preocupação e cobrança excessivas sobre a forma “adequada” como devem se colocar no mundo. Estudiosos como Kristin Neff, sugerem que o desenvolvimento de autocompaixão pode ser uma estratégi
Tatiana Berta Psicóloga
21 de mai.2 min de leitura


Mais autocobrança: menos resiliência
Imaginemos uma situação em que um familiar ou amigo nos confidencie que está se sentindo mal por uma nota baixa numa avaliação de final de bimestre. Provavelmente, nos veremos apoiando e oferecendo ajuda, além de estimulando o empreendimento de novas tentativas para vivenciar um resultado diferente por meio do enfrentamento da situação, não é? No entanto, muitas vezes, quando recebemos uma avaliação negativa sobre nosso desempenho acadêmico ou profissional, por exemplo, simpl
Tatiana Berta Psicóloga
21 de mai.1 min de leitura


Descubra o quanto você tem sido assertivo(a) nas suas relações
A assertividade é a capacidade de expressar pensamentos, sentimentos, limites e necessidades de forma clara, respeitosa e equilibrada sem submissão, mas também sem agressividade. E a consequência de nossas atitudes (falas, por exemplo) nas interações passam a ser o mais importante critério a ser observado.
Tatiana Berta Psicóloga
20 de mai.2 min de leitura


Autoconhecimento e Transtornos de Ansiedade
Muitas pessoas podem falhar na percepção de sinais sociais porque seus sentimentos e intenções não são claros para elas. Os transtornos de ansiedade, por exemplo, causam grande sofrimento individual e representam um alto custo médico-social e são altamente prevalentes na procura pelos serviços de saúde.
Tatiana Berta Psicóloga
15 de mai.2 min de leitura


Pensamento Acelerado: como lidar?
No modo “automático” vivemos como se fossemos guiados por referências prontas e o motivo é claro: otimização de nossa energia. Para uma vida social competitiva, entrar no modo automático pode nos ajudar a agir rapidamente, nos projetarmos como eficientes e produtivos. Porém, em alguns casos, ficamos tão misturados com nossos pensamentos e sentimentos sobre passado ou futuro, que perdemos contato com o que está acontecendo no momento atual, correndo risco de entrarmos em estág
Tatiana Berta Psicóloga
15 de mai.2 min de leitura


Será que sou assertivo?
A expressão adequada dos sentimentos pode favorecer consequências importantes. Uma forma muito prática de reconhecer quando um comportamento é assertivo é observar se o tipo de resposta que se procura em determinada interação está em acordo com o propósito. Diante de uma situação social, atitudes agressivas ou passivas são aquelas que produzem perdas ou dificuldades, enquanto uma atitude assertiva garante a produção, o aumento ou a manutenção do que se espera receber.
Tatiana Berta Psicóloga
15 de mai.2 min de leitura
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