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Como desenvolver autoestima?

  • Foto do escritor: Tatiana Berta Psicóloga
    Tatiana Berta Psicóloga
  • 17 de jun.
  • 1 min de leitura

A autoestima não é algo que simplesmente possuímos ou deixamos de possuir. Ela é construída ao longo da vida, a partir das experiências que temos conosco, com as outras pessoas e com o mundo.


Sentimentos como confiança, insegurança, orgulho ou vergonha não aparecem por acaso. Eles são construídos a partir das experiências que vivemos e da forma como aprendemos a nos relacionar com nós mesmos, com os outros e com o mundo.


Por isso, é importante ampliarmos nosso contato com ambientes, pessoas e situações que possibilitem aprendizado, pertencimento, reconhecimento e bem-estar. Quanto mais variadas e enriquecedoras forem essas experiências, maior a chance de construirmos uma percepção mais equilibrada e gentil sobre nós mesmos.


Diante de experiências repetidas de crítica, rejeição ou desvalorização, é comum que passemos a evitar situações nas quais nos sentimos expostos ou vulneráveis. Embora essa estratégia possa trazer alívio momentâneo, ela também reduz oportunidades de vivenciar conquistas, estabelecer vínculos significativos e descobrir nossas próprias capacidades.


A psicoterapia pode ser uma importante aliada nesse processo. O papel do psicoterapeuta não é ensinar autoestima ou dizer ao cliente como ele deve se sentir, mas favorecer condições para que novas experiências aconteçam dentro e fora do consultório. São essas vivências que, gradualmente, podem fortalecer sentimentos de competência, autoconfiança e valorização pessoal.


Autoestima não surge porque se quer. Ela floresce quando encontramos oportunidades para agir, experimentar, aprender e reconhecer nosso próprio valor nas relações que construímos ao longo da vida.

 
 
 

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